quinta-feira, 24 de novembro de 2016


Você é vítima da Pós-Verdade? 

Nunca ouviu falar? Leia este artigo de Eber Freitas para o portal administradores.com e descubra se você não está sofrendo com o mais influente fenômeno desse começo de século.



Pare de confiar no seu feed do Facebook

Os filtros-bolha continuam a prejudicar o debate

Eber Freitas, 22 de novembro de 2016

O aviso foi dado há alguns anos. As personas nas redes sociais estão se isolando cada vez mais em bolhas particulares, indispostas a buscar dados que contradigam suas opiniões formadas e adestrando os algoritmos para que continuem alimentando o que elas já entendem como a verdade absoluta.

Em um artigo publicado na Wired, o diretor de marketing da empresa de software WorkZone, Mostafa El-Bermamawy, relata como poucas informações e artigos favoráveis a Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, chegavam ao seu feed – embora a presença online do republicano fosse bem superior à da adversária, Hillary Clinton.

"Percebi que o segundo artigo mais popular publicado nas redes sociais nos últimos seis meses com as palavras 'Donald Trump', intitulado 'Por que eu vou votar em Donald Trump', foi compartilhado 1,5 milhão de vezes. Ainda assim, a história nunca chegou ao meu newsfeed do Facebook", relata. "Perguntei aos meus colegas liberais de Nova Iorque, e todos eles disseram que nunca o leram", conta.



O resultado todos conhecem: ninguém cujo voto era favorável a Clinton esperava a derrota da democrata, visão validada inclusive por pesquisas eleitorais.

O Facebook é utilizado como fonte primária de notícias por 61% dos chamados millenials quando o assunto é governo e política, aponta o centro de pesquisas Pew. No Brasil, cerca de 70% dos brasileiros usam a rede social como fonte principal de informação, segundo a Quartz. Mesmo assim, o Facebook não se define como um meio de comunicação e, geralmente, evita se responsabilizar pelo conteúdo disseminado. Isso mudou na última semana, quando o próprio Mark Zuckerberg anunciou medidas para combater as notícias falsas – especula-se que elas tiveram peso na decisão eleitoral.

Um levantamento do Buzzfeed Brasil aponta, por exemplo, que as notícias falsas referentes à operação Lava-Jato obtiveram mais engajamento na rede social do que as reportagens verídicas. Segundo o levantamento, 10 das notícias falsas mais compartilhadas somaram 3,9 milhões de interações, enquanto entre as verdadeiras o volume chegou a 2,7 milhões. Ainda há o problema marginal das manchetes: poucos leitores sequer abrem os links para terem acesso às informações apuradas.

Os três problemas – filtros-bolha, notícias falsas de amplo impacto e o péssimo hábito de ler apenas as manchetes – concorrem para o fenômeno que o Dicionário Oxford elegeu como palavra do ano: Pós-Verdade. A verdade factual dá lugar a argumentos de apelo emocional e crenças pessoais, tudo isso reforçado com dados parciais e notícias de aparente credibilidade. O fenômeno não é novo, mas ganhou uma dimensão extrema em 2016, após o referendo conhecido como Brexit e a eleição presidencial nos Estados Unidos.

O idiota confiante


O efeito Dunning-Kruger parece ter se espalhado em escala viral. O próprio David Dunning, cientista que nomeou o efeito mais conhecido como a síndrome do "idiota confiante", sugeriu que as redes sociais e os três problemas elencados acima estão apresentando reflexos reais e perigosos quando tudo se mistura com política. "Em muitos casos, a incompetência não deixa as pessoas desorientadas, perplexas ou cautelosas. Em vez disso, os incompetentes são abençoados com uma confiança inapropriada, impulsionada pelo que eles acham que é conhecimento", alega.

Esse não é um fenômeno exclusivo de pessoas que declaram voto por um candidato ou defendem uma determinada posição. Todos estão sujeitos a extrapolarem seu limite de conhecimento e opinar sobre o que não entende, provocando efeitos reais na vida das pessoas. "A maneira como concebemos ignorância – como a falta de conhecimento – nos leva a pensar que educação é um antídoto natural. Mas educação também pode produzir confiança ilusória", afirma.

Inundação

Quando se compara o efeito Dunning-Kruger com o potencial de disseminação oferecido pelo Facebook – relembrando: utilizado como fonte primária de notícias por sete em cada 10 pessoas – o prognóstico não é animador. Se tudo o que aparece no feed das pessoas confirma o que elas pensam, aquilo passa a ser verdade, já que o contraditório é mantido à distância pelos algoritmos que mapeiam as preferências individuais.

"Como um liberal novaiorquino, meu feed estava repleto de hashtags como #ImWithHer ou #FeelTheBern somados a algumas manchetes do tipo 'Obama é o maior', que eu ficava feliz em ler", conta Mostafa. "Quando entramos na fase de debates, meu feed passou a exibir escândalos de Trump e os motivos pelos quais eu deveria apoiar Clinton. Eu acessava artigos apenas de veículos liberais, como o New York Times e o Washington Post. Eu sei que é importante ser cético com a mídia, mas mesmo um olhar crítico fica menos aguçado com a propaganda de apenas um lado", conta.

Nos Estados Unidos, veículos de comunicação tradicionais, em geral, assumem preferências políticas e apoio a candidatos em editoriais. É uma maneira de deixar o leitor ciente do que está lendo. Mas o Facebook não é um veículo de comunicação, não tem ingerência sobre o conteúdo nem se responsabiliza. "Na vida real, comunidades já são segregadas por cor, classes, e visões políticas e culturais. Facebook, Google e outras redes são nossas comunidades online, e elas são similarmente segregadas. Precisamos lembrar a nós mesmos que existem pessoas no outro lado da tela que querem ser ouvidos e podem pensar e sentir como nós, mas chegar a diferentes conclusões", conclui Mostafa.

Como escapar da bolha



A ascensão do Facebook e a fragilização – alguns diriam consequente – dos meios de comunicação tradicionais e do interesse pelo jornalismo de qualidade levam a apenas uma saída. Os leitores precisam aprender a duvidar, buscar o contraditório e compreender as pessoas que estão do outro lado. Para o exercício do senso crítico diante do volume de informações, a jornalista norte-americana Asha Dornfest recomenda nove medidas para que as pessoas não se deixem manipular por suas próprias preferências.

– Pare de usar o Facebook como fonte única de notícias;
– Leia um jornal local;
– Leia um jornal nacional;
– Acesse informações de ao menos uma fonte que não reflita suas visões de mundo;
– Leia ao menos uma fonte de notícias dedicada à cobertura internacional;
– Aprenda a identificar notícias falsas;
– Conecte-se pessoalmente com sua comunidade local;
– Comprometa-se a fazer gentilezas todos os dias.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Investimentos em imóveis crescem para 2017



Os analistas do mercado de investimentos são unânimes em dizer que o investimento em imóveis é uma das melhores apostas para o ano que vem. O investimento que você deve fazer hoje para garantir o seu futuro e o das próximas gerações. 

Entenda como funcionam os Fundos Imobiliários e por que os imóveis estão na frente como opção de investimento para os pequenos investidores. Os FIIs nada mais são que uma carteira imobiliária administrada por uma imobiliária a pedido de uma instituição financeira. Nada que você não possa fazer também!

A grande questão é se é melhor entrar em um fundo e ter uma parte do rendimento ou se é preferível investir diretamente no imóvel e ficar com 100% do retorno. Se a administração desse patrimônio te assusta, basta contratar uma imobiliária competente para maximizar os resultados que você pode obter



Você já deve saber que está em curso um importante momento de ruptura econômica no Brasil. Como consequência, os investimentos que mais se valorizaram nos últimos anos poderão despencar nos próximos dias. Trata-se de um risco iminente que atingirá a todos os investidores. Inclusive a você e à sua família. Absolutamente ninguém está imune. Nem mesmo quem já construiu sua fortuna. Por isso, mesmo que você acredite estar seguro, preciso alertá-lo: seu patrimônio corre um grande risco. Por quê? Seu dinheiro pode ser “saqueado” em alguns dias, como aconteceu com o faraó Quéops. 

Afinal, esta mudança de cenário está abrindo uma enorme janela de oportunidades. Uma verdadeira transferência de riqueza. Quem estiver preparado para enfrentar as mudanças de cenário será muito bem recompensado. 

A história recente já nos mostrou que, quando as taxas de juros Selic estão em trajetória de queda – como agora –, um determinado investimento tende a se valorizar bastante. Quanto maior for a queda da Selic – que hoje está em 14,00% – maior será a alta desta classe de ativos.



Com a aprovação da PEC do Teto dos Gastos Públicos, a expectativa (e a intenção) do governo de Michel Temer é de que o Banco Central comece a reduzir os juros. Veja o que aconteceu num passado recente quando os juros caíram: O gráfico abaixo mostra a correlação entre o segmento que será valorizado (branco) e a taxa de juros futuro da economia (laranja). Note que eles praticamente andam na contramão. Quando a linha laranja cai, a branca sobe. E vice-versa. A linha laranja é a expectativa para a taxa de juros futuras. Sabe qual é a classe de ativos da linha branca? São os Fundos Imobiliários (FIIs).

Com o recente fim da alta na Selic, entramos numa nova fase de crescimento dos Fundos Imobiliários. Veja que após anos de queda na rentabilidade, o IFIX (Índice de Fundos Imobiliários) iniciou a reversão de tendência em 2016. Aqui fica claro que o movimento de valorização dos FIIs já começou. E, quando a taxa de juros Selic caírem mais – e poderá ser rápido –, os ganhos dos FIIs serão ainda maiores. Teremos o seguinte cenário: juros baixos e FIIs nas alturas. Com o início do ciclo de queda dos juros, a mídia especializada vem noticiando a oportunidade de ganhar com os FIIs. Mas é melhor investir em um fundo imobiliário em vez de comprar um imóvel físico? É o que vou lhe mostrar agora…

Por influência da colonização portuguesa, o investimento em imóveis se tornou um dos preferidos pelos brasileiros ao longo dos anos. Afinal, ele é seguro, possibilita uma renda de aluguel e o investidor ainda pode ganhar com a valorização do imóvel. Porém, o custo do metro quadrado nas grandes cidades não é para qualquer um. De acordo com o índice FipeZap, o ranking de preço dos imóveis físicos para um imóvel de 100 m² é o seguinte:



É um investimento exclusivo. Só alcançável por poucos. Quantas pessoas têm condições de investir de R$ 700 mil a R$ 1 milhão em um único ativo? Pouquíssimas, não é mesmo? Estamos falando de um mercado gigantesco. No total, são R$ 58,9 bilhões de patrimônio líquido, de acordo com a Associação das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em junho de 2016.

E o setor deve se aquecer ainda mais nos próximos anos. Afinal, os Fundos Imobiliários são acessíveis a todos. Enquanto um imóvel físico bem localizado custa de seis a sete dígitos, geralmente, uma cota de Fundo de Investimento pode ser adquirida por uma quantia bastante inferior. Você pode investir em um, por exemplo, com cerca de R$ 100.

Como os Fundos Imobiliários são negociados na Bolsa, via corretora, tanto o comprador quanto o vendedor podem acompanhar as cotações em tempo real. E, com alguns cliques, é possível concluir a operação via smartphone ou computador. Enquanto um imóvel físico costuma levar meses para ser negociado, os FIIs podem ser comprados ou vendidos em instantes. O valor das cotas de cada FII é atualizado diariamente, de acordo com a oferta e demanda do ativo naquele momento.

Porém, investir em um Fundo Imobiliário não pode ser considerado mais seguro que investir em um imóvel físico. Visto que é um papel negociável, toda segurança reside na credibilidade do administrador do fundo, pois o investidor tem apenas a cota correspondente ao seu investimento registrada em seu nome.



Gestão Profissional

Ao comprar um imóvel físico, você é o responsável por administrá-lo em todos os níveis. Porém essa responsabilidade pode ser terceirizada. Basta assinar um contrato com uma imobiliária e ela passará a ser responsável desde lidar com locatários até reformas e problemas como inadimplência ou vacância, por exemplo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Taxa de juros para financiamento de imóveis é reduzida pela Caixa


Saiba como ficou o percentual da taxa de juros para financiamento em cada um dos sistemas da Caixa Econômica Federal.


POR JAIME MITCHELL

A Caixa Econômica Federal, responsável pelo maior número de financiamentos de imóveis do Brasil, anunciou redução das taxas de juros. Os novos valores mudam de acordo com o sistema utilizado e varia também se a pessoa é servidor público e correntista do banco. O financiamento é uma das questões que mais pesam para os brasileiros no processo de compra de um imóvel. Esse é um dos motivos pelo qual a notícia é bem-vinda por quem está em busca de uma residência, já que as altas taxas de juros podem adiar o sonho de comprar a casa própria.

Os novos números das taxas de juros começaram a valer desde o dia 9 de novembro. Os sistemas de financiamento da Caixa são o SFH (Sistema Financeiro Habitacional) e SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), sendo o primeiro o mais popular. Para saber qual taxa de juros será aplicada ao financiamento do imóvel, os compradores precisam entender em qual sistema ele se enquadra e analisar o seu próprio perfil. Além desses dois pontos, deve ser feito o cálculo do financiamento junto ao banco para entender melhor como os juros pode se tornar vantajosos no decorrer do pagamento.



Taxa de juros para financiamento no SFH

Para a aprovação do financiamento no Sistema Financeiro Habitacional o valor do máximo do imóvel deve ser de R$ 750 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal e R$ 650 mil nos demais estados do País. Todas as taxas tiveram redução de 0,25 ponto percentual. Os juros para financiamento mais baixos continuam sendo para os servidores públicos que recebem o pagamento do salário pela Caixa Econômica. Antes o valor estava em 10% e com a atualização caiu para 9,75%. 

Veja como ficou:

  • Queda de 10% para 9,75% ao ano para servidores públicos que recebem salário na Caixa;
  • Redução de 10,5% para 10,25% ao ano para servidores públicos;
  • Diminuição de 10,5% para 10,25% ao ano para clientes do banco;
  • Queda de 11% para 10,75% ao ano para clientes sem conta corrente na Caixa;
  • Para os não clientes da Caixa, a redução foi de 11,25% para 11% ao ano.
  • Valor de taxa de juros para financiamento no SFH

Para os financiamento que não entram no perfil do SFH, a Caixa possui o SFI. Ele ajuda a nortear custos para grandes instituições e investidores. Todos os valores da taxa de juros também caíram 0,25 pontos percentuais. Os juros mais baixos continuam sendo para os servidores públicos que recebem salário na Caixa.

Veja como ficou:

  • Queda de 11% para 10,75% ao ano para servidores públicos que recebem salário na Caixa;
  • Redução de 15,5% para 11,25% ao ano para servidores públicos;
  • Diminuição de 11,5% para 11,25% ao ano para clientes do banco;
  • Queda de 12% para 11,75% ao ano para clientes sem conta corrente na Caixa;
  • Para os não clientes da Caixa caiu, de 12,5% para 12,25% ao ano.


Outra novidade no financiamento

Junto a redução da taxa de juros para financiamento, a Caixa também anunciou outra medida. O foco é o mercado de imóveis populares e de baixo custo, tanto os novos quanto os usados. Nesse caso, o banco diminuiu o valor do financiamento no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) de R$ 100 mil para R$ 80 mil. As taxas de juros para financiamento diminuem por conta da redução da Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e das projeções de queda ainda maiores.

No País, a Caixa é a maior financiadora imobiliária. Outros bancos tendem a seguir a mesma linha e também podem vir a diminuir as taxas de juros aplicadas para a compra de imóveis usados, novos e na planta. No ano passado, a Caixa realizou diversos aumentos das taxas de juros. As reduções dos valores ajudam a fomentar ainda mais o mercado imobiliário e estimular o setor da construção civil brasileira.


O que você achou da redução da taxa de juros? Em sua busca, a taxa de juros foi um grande fator decisivo para decidir sobre a compra da casa dos sonhos? Deixe sua opinião nos comentários!

terça-feira, 8 de novembro de 2016



Plantas perfeitas para ter dentro de casa


Muita gente sequer suspeita do incrível poder que as plantas de interior têm sobre o microclima dentro de nossas casas. Essas maravilhas deixam o ambiente mais confortável, equilibram a umidade do ar e renovam o oxigênio, fazendo com que crianças e pessoas que sofrem com alergias respirem melhor. 

Proteger o ar dos espaços em que vivemos deveria ser uma preocupação cotidiana. Afinal, ácaros, poeira, fumaça de carros e de cigarro, tudo isso prejudica nossa saúde e até dos animais. Uma forma de melhorar essa situação é adotar algumas plantas de interior que ajudam a filtrar o ar e que são bem fáceis de manter e de cuidar, além de darem um ar mais descontraído e mais vida ao ambiente.

Se você quer decorar um espaço onde não bate muita luz, algumas plantas são a melhor opção. Elas são ótimas para ambientes com pouca iluminação e não precisam de muito cuidado. Dizem que as plantas demandam menos atenção do que os bichos de estimação. Pode ser verdade, mas isso não significa que elas devam ser esquecidas em um canto da casa. Quem nunca foi viajar e, ao voltar, encontrou a planta seca, pra baixo, quase morrendo?

Para ajudar, fizemos para você uma lista com as melhores plantas para ter dentro de casa.



Aglaonemas


Aglaonema é um gênero com cerca de 50 espécies e diversas variedades, muito cultivadas em ambientes internos. As aglaonemas apresentam textura herbácea e são pequenas, com altura variando entre 20 a 150 cm. Elas apresentam folhas grandes, coriáceas, glabras, espessas, geralmente verdes, mas de tonalidades e padrões de manchas diversas. Suas inflorescências são axilares, com espata e espádice de coloração branca ou branca-esverdeada e têm pouca importância ornamental. Os frutos em geral avermelhados podem ser decorativos em muitas espécies.



Aspidistra (Aspidistra elatior)


Esta bela e tradicional folhagem é bastante rústica e apresenta crescimento moderado. Ela é indicada para formação de maciços ou bordaduras em locais pouco iluminados, como ao longo de muros ou sob a copa das árvores, sendo uma forração interessante para pequenos bosques. Apesar de suas qualidades paisagísticas, a aspidistra se tornou mais popular em vasos e jardineiras, decorando interiores próximos à janelas bem iluminadas.



Babosa (Aloe succotrina, Aloe vera)


Deve ser regada moderadamente e com cuidado. No verão, você pode regar uma vez por semana. No inverno, uma vez ao mês. Se, no verão, você sentir que ela está muito úmida, reduza a frequência. Você deve regar quando o vaso estiver seco.Você com certeza já ouviu falar de suas mil e uma utilidades. Serve para tratar queimaduras, tratar resfriados e ajuda a purificar o ar. Por sua beleza, serve, ainda, para dar uma nova cara a seu apartamento.



Cafeeiro (Coffea)


Dos quase 100 tipos de cafeeiros cultivados, geralmente o arábica e o cafeeiro-do-congo são os mais robustos. As primeiras frutas aparecem no quinto ou sexto ano, por isso é melhor comprar uma planta já grande. Este arbusto gosta bastante de ser regado e ficar à semissombra. Ele absorve o excesso de umidade do ar e enche o ambiente com um aroma tropical durante a floração. Mas tenha espaço para a planta, pois um cafeeiro adulto tem cerca de dois metros de altura.


Camedórea (Chamaedorea elegans)


Esta pequena palmeira é uma das plantas mais efetivas para limpar o ar dos chamados formaldeídos, substâncias presentes em diversos produtos, de tintas a cosméticos. A camedórea vai bem próxima das janelas, com alguma exposição ao sol. Ela pode atingir até três metros de altura, situação em que será melhor transplanta-la para um jardim ou chácara.



Cedro-branco, cedro-do-óregon, cipreste (Chamaecyparis)


No Japão, é tida como uma planta sagrada: acredita-se que nela habitam as almas dos mortos e os deuses. É uma planta perene que refresca o ambiente, umidifica o ar, combate a poeira e alivia crises de dor de cabeça e enxaqueca. E a única coisa que você precisa fazer é mantê-la à semi-sombra e regá-la regularmente.



Cipó-uva (Cissus)


Pela semelhança das folhas, é associada às videiras. A planta lembra também a hera: se agarra a qualquer suporte que encontre, sempre em busca da luz. Se adapta facilmente ao ar seco, umidificando-o, mas precisa de semi-sombra e de limpeza regular nas folhas.



Coroa de Cristo (Euphorbia milii)


Você deve regá-la moderadamente na primavera e no verão. Ela deve secar bastante até a próxima vez que você regar, mas não secar completamente. No frio, regue menos. Este tipo de planta não gosta de muita umidade.


Crisântemos (Chrysanthemum indicum, Chrysanthemum morifolium e Chrysanthemum x hortorum)


Elas neutralizam o amoníaco, o benzeno e os formaldeídos. Além disso, é uma planta barata e que pode ser encontrada em qualquer floricultura e, mesmo em alguns supermercados.



Dragonteas


Há mais de 40 tipos desta planta. Assim, com certeza, você poderá encontrar uma de que goste. Perfeita para purificar o ar de substâncias presentes em produtos de limpeza domésticos. Só tenha em mente que ela pode pode ser um pouco tóxica para cães e gatos. Então, se você tem amigos de quatro patas, evite-a.



Espada-de-são-jorge, espada-de-santa-bárbara (Sansevieria trifasciata)


A espada-de-são-jorge é capaz de fazer coisas incríveis com o ar: umidifica, produz uma quantidade considerável de oxigênio (para seu tamanho) e neutraliza evaporações nocivas emitidas por materiais sintéticos. Além de melhorar a qualidade do ar de sua casa, ainda é eficaz contra o mau olhado, dizem os místicos. Pode ficar em qualquer canto da casa. É muito fácil de cuidar: ela guarda a umidade nas folhas e não precisa ser muito regada, o excesso de água pode matá-la. Por isso, deixe o solo secar completamente antes de regar. 



Figueira (Ficus)


Uma das plantas de interior mais populares no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Ela umidifica o ar, enche o ambiente de oxigênio, neutraliza toxinas e suas folhas atuam contra a poeira. Gosta de espaços amplos e de semi-sombra. É uma planta pouco exigente, que cresce rápido, mas que não gosta de correntes de ar nem de água em excesso. Se você plantá-lo num vaso mais parrudo, pode se desenvolver bastante, se tornando uma pequena árvore e chegando a 120 centímetros. E, se ela crescer demais, ainda dá pra transplantá-la para o quintal ou para uma chácara.


Gravatinha (Chlorophytum)


É uma planta pouco exigente que você pode cultivar em qualquer lugar e não precisa de muitos cuidados. Assim como os crisântemos, são fáceis de encontrar e baratos. Adicionalmente, neutraliza produtos químicos usados para limpar a casa.



Jiboia (Epipremnum aureum)


No calor, regue uma vez a cada 4-5 dias com água na temperatura ambiente. No inverno, no máximo uma vez por semana. Desaconselhável para quem tem crianças pequenas ou animais, pois é tóxica se ingerida.



Kalanchoe (Kalanchoe daigremontiana)


Popular e bem barata, é uma planta muito bonita, e suas variedades têm aparências muito originais. Vem de Madagascar, Ela acumula umidade nas folhas, regulando o clima da casa. O excesso de água pode matá-la, portanto aguenta muito bem o clima seco. Portanto, deixe o solo secar bem antes de regar. Não necessita de muita água, mas você precisa mantê-la num local ensolarado. Provavelmente ela ficará bem se você for viajar por alguns dias. 



Lágrimas de bebê (Soleirolia soleirolii)


Esta planta com folhas pequenas fica muito bonita quando pendurada e ao lado de plantas mais altas. Mas não coloque-a junto com outras plantas no mesmo vaso. Ela precisa de muita água.



Limoeiro (Citrus limon)


O limoeiro é uma planta agradável sob vários aspectos: durante a floração, enche o ar com seu aroma cítrico e absorve o excesso de umidade. As folhas emanam grande quantidade de substâncias curativas, esterilizando o espaço ao seu redor. Esta planta absorve o excesso de umidade, gosta de tomar banhos de sol, de receber água regularmente e de substrato seco.



Lírio-da-paz, Bandeira-branca (Spathiphyllum)


Há quem acredite que o lírio-da-paz traga felicidade e amor ao lar. Além de ter flores muito belas, vai bem em apartamentos sem exigir grande cuidado. Floresce no verão e gosta de solo úmido. Ajuda a limpar o ar das substâncias presentes em produtos de limpeza, como benzeno e o amoníaco. O fato é que esta planta não apenas absorve o excesso de umidade, normalizando o clima da casa, mas também destrói as esporas de mofo. Fica ótima no banheiro, a uma temperatura de 18°.



Loureiro (Laurus nobilis)


Dizem que os dinossauros herbívoros adoravam o loureiro. Isso fazia com que os predadores, ao escolherem esses dinos como vítimas, ganhavam uma refeição já temperada. Para os humanos, o louro é símbolo da vitória, grandeza e fama. É uma planta de origem subtropical, por isso ela adora o ar úmido, a semi-sombra e uma boa regada com água morna. Absorvendo a umidade do ar, ela ajuda a manter um microclima ideal. As folhas do loureiro, quando secas, podem ser usadas na cozinha.



Murta-comum ((Myrtus)


Em muitos lugares, é o símbolo da paz e do prazer. No passado, as pessoas acreditavam que era uma árvore sagrada: devolvia a juventude aos idosos e dava energia e ânimo aos viajantes. Hoje, sabemos que a murta-comum não apenas equilibra o microclima, mas também faz bem à saúde: as partículas emitidas pelas folhas e flores matam as bactérias presentes no ar, além de absorver o excesso de umidade.



Neoregelias


Um tipo de bromélia. Esta planta gosta de iluminação artificial. Fica muito bonita em ambientes úmidos, por exemplo banheiros.



Pata de elefante (Beaucarnea recurvata)


Este tipo de planta não gosta de muita umidade. Por isso, regue a cada 20-30 dias. Desta forma, a planta não apodrece.



Pinheiro do monte (Podocarpus parlatorei)


Endêmica da Argentina e da Bolívia é adaptada ao clima seco. Regue moderadamente no verão e ainda menos no inverno.



Planta Jade (Crassula rupestris, Crassula lactea, Crassula tetragona)


Há muitos tipos de plantas como esta. No calor, regue mais ou menos duas vezes por semana. Normalmente, uma vez por semana é suficiente. Não deixe secar completamente, mas não exagere.



Samambaias (Pteridophyta)


Crescem melhor em lugares um pouco frios, com alto nível de umidade e luz indireta — se você já as viu na natureza, deve ter percebido que gostam desse tipo de ambiente. Os banheiros, em geral, são um bom local para elas. Seguindo essas dicas, as samambaias são ótimas para limpar o ar após um cômodo ter passado por uma pintura, por exemplo.



Zamioculcas (Zamioculcas zamiifolia)


Clássica e resistente planta de interior. A Zamioculca é uma planta que tem se tornado extremamente popular para ambientes internos, como uma planta decorativa. Sua folhagem se mantém atrativa até mesmo em situações de alta negligência. Suporta muito bem o sombreamento, sendo este um dos seus pontos fortes. Você deve rega-la uma vez por semana. Se ela ainda estiver úmida quando você for regar, deixe secar mais. O excesso de água deixa as folhas amarelas e apodrece a raiz. No frio, regue de 1 a 2 vezes por mês.